Na avaliação que fazemos da nossa sociedade do conhecimento, pode-se dizer que a aprendizagem torna-se pessoal, onde se aprende aquilo que se deseja aprender, mesmo a aprendizagem tendo se tornado indispensável para o próprio desenvolvimento. Desta forma, parece-nos que cada vez mais os interesses em aprender estão se diferenciando daquilo a que estávamos acostumados a presenciar, gerando o que dizemos hoje, ser um fracasso escolar.
O que acontece é que com a nova cultura da aprendizagem, acaba-se exigindo que se aprendam diversas e mais coisas, porém de outra maneira, utilizando os meios tecnológicos da nova cultura que vivenciamos. Entretanto, se esse papel de aprender e ensinar dessa nova maneira não for adequado, o resultado continuará sendo o de alunos que cada vez aprendem menos, sendo exatamente o fracasso para o contexto da sociedade do conhecimento.
Como já é de nosso conhecimento os alunos trazem para a escola uma série de conhecimentos prévios adquiridos pelo uso da tecnologia, proporcionando-lhes uma capacidade de assimilação crítica da informação em sua formação de cidadão, o que fez com que a escola deixasse de ser o único meio que trouxesse tais informações para a vida.
Com tantas informações recebidas pelo uso das tecnologias, pela escola e também pelas interpretações feitas, o aluno pode assumir uma atitude realista ou não. Isso pode fazer com que o mesmo construa o seu próprio ponto de vista e também apresente muitas incertezas.
Para conseguir acompanhar a todas essas informações deve-se criar nos alunos um perfil de aprendiz flexível, autônomo e eficaz, para que assim, os mesmos saibam se adequar ao tipo de conhecimento que estarão recebendo.
Eis ai o desafio: criar um sistema educacional que contemple o uso da tecnologia como um recurso inovador na formação dos cidadãos, sem que haja perdas na aprendizagem qualitativa e quantitativa dos instrumentos de ensino escolares.
Cursistas:Maria Clara Ercolin
Patrícia R. Rissato de Campos
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